You make me happy
Tenha disposição para sair do zero, e pense; eu não quero fazer o que eu posso, eu posso fazer o que eu quero.
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Sua voz já é gostosa, mas você ficar sussurrando ai é maldade pra caralho comigo.


Aprende que, se o seu namorado te chifrou, a culpa não é da amante dele, porque não é ela que te beija, não é ela que abraça e não é ela que te promete o mundo e paga de santa pra sociedade. Me poupe dessa história de que a mina é puta e tá dando em cima do namorado. Se tu não sabe, teu namorado procura, diz que pensa em terminar contigo, que tá morrendo de vontade. Então, a culpa é mais do seu namorado, que da amante dele, se toca. Quem ama, quem gosta, quem quer ficar junto, não trai. Não vai existir puta no mundo pra tirar ele de você.


“Eu sempre achei as garotas da minha idade muito imaturas, também o que esperar de meninas de catorze e quinze anos? É, tenho quinze anos, minha altura diz que é um pouco mais, o mais alto da turma do primeiro ano do ensino médio, mas é só quinze. Dai teve aquela festa junina, alias, detesto festas juninas, eu estava ridículo, com um xadrez antigo, uma calça remendada e um bigode mais negro que meus cabelos, que tavam escorridos por causa do calor das fogueiras. Era a hora do casamento caipira, alias, detesto casamentos caipiras, é tudo muito forçado, então eu sentei no encosto de um dos banco ao lado da barraquinhas de maças do amor, bem afastado daquele aglomerado de pessoas afim de assistirem o teatro, peguei meu celular e nem me concentrei no facebook, a maior parte das pessoas tavam na festa, de repente a iluminação da fogueira próxima é trocada por uma sombra na minha frente, era a Larissa do terceiro ano, um pouco mais baixa que eu, loira, dezessete anos, tava vestida de caipira, um vestido laranja com babados, e umas fitas. “Posso me sentar?”, a voz dela tava meio chorosa. “Claro” eu soei mais indiferente que deveria. Ela sentou-se no banco, onde deve-se sentar. “Tua turma não ta apresentando o casamento?”, pareci grosso, mas eu não entendia o que ela tava fazendo sentada ai. “Aham”, ela simplesmente afirmou. “E você… não deveria estar lá?”; “Deveria, mas é que eu não gosto de festas juninas.” Ela deu de ombros. “Eu também não”, eu ri sem graça. Eu não sabia por onde puxar assunto, então reparei em um anel que ela usava, era de um símbolo de infinito. “Qual o significado do seu anel?”, ”Infinito” foi o que ela disse. “Isso eu sei”, meio que falei como se ela fosse lesada, eu ri, mas ela não, “Desculpa… hum, é que eu tenho um pingente, e pra mim significa muito”, puxei meu cordão de dentro da minha camisa, tinha pendurado um pingente com o símbolo de infinito, pintado de preto. “Pra mim significa meu pai, que morreu quando eu era criança, num assalto que teve no banco que ele trabalhava.”. Eu senti meus olhos encherem de lagrimas, pra não chorar insisti: “E o seu?” “Meu irmão, que antes de morrer fez uma tatuagem, com esse símbolo com o meu nome, ele se matou porque eu disse que eu odiava ele.” Ela tava chorando. “Se não quiser compartilhar não tem problema” “Não, as vezes é bom… foi ano passado – ela limpou o nariz que começou a escorrer – meu pais tavam viajando, e meu irmão era responsável por mim, ele tinha tido um inicio de depressão quando era criança, porque quando eu nasci minha mãe ficou mal, e ele meio que se sentiu abandonado, e dai ele naquela noite não queria que eu saísse pra uma festa , mas eu fui, e ainda gritando que eu odiava ele… – ela começou a soluçar, - no outro dia, quando voltei, ele tava na cama dele, morto, de overdose de remédios fortes, ele tinha chamado um amigo pra tatuar meu nome com o símbolo de infinito, e uma carta tava escrita na cabeceira da cama dele, com lindas letras a frase: Lari, meu amor por ti é eterno, desde aquele dia, eu uso o símbolo de infinito, e no final do ano, quando eu completar dezoito, vou fazer uma tatuagem, com o símbolo e escrito Bernardo, que era o nome dele.” Ela parou de falar e baixou a cabeça, me dei conta que eu também tava chorando. “Meu pai também era Bernardo, e se não se importar, gostei da ideia da tatoo, e pensei em fazer também.” Ela ergueu a cabeça e me deu um sorriso tímido, e eu espelhei. “Claro”. Passamos um tempo, sentados, calados, até levarmos um susto com os fogos de artificio, marcando o final do casamento e o inicio da festa. Eu me levantei, ela me olhou tristonha. “Já volto” assegurei. Busquei duas maças do amor, uma eu entreguei a ela. “Obrigada… aos nossos Bernardos.” “Aos nossos Bernardos”, eu repeti. Passamos o resto da noite conversando naquele banco, sobre musica, viagens, as matérias, os professores chatos. E de repente ela pergunta “Que tal fazermos as tatuagens juntos?”, “Quando?” “Por mim amanhã mesmo, meu pais já autorizaram…” “Hum, acredito que minha mãe também irá.” Nós dois sorrimos, e quando mais fogos de artificio foram ao ar, marcando a meia noite, nós nos beijamos. Nossas tatuagens foram feitas uma semana depois da festa, e foi acrescentado uma maça, uma maça do amor, do nosso amor. Até hoje acho que foram os Bernardos, dando uma forcinha lá de cima.”
~ - Mas é que eu não gosto de festas juninas. (Paula Zawatski)

“Francamente, são as pessoas que deixam as coisas ruins.”
~ O Diário de Anne Frank.  (via felicidadeadois)

“Me faz bem como nenhuma outra pessoa, e quando tá longe parece que algo tá faltando em mim. Quando o celular toca, eu imagino que é você, e quando eu ouço sua voz, a vida começa a ter sentido. É, deve ser amor.”
~ Cinzava.  (via felicidadeadois)

Coma tudo que você quiser, e se alguém vier te dar sermão sobre o seu peso, coma essa pessoa também.


“E agora eu sei, o quanto conhecer você foi bom pra mim.”
~ Charlie Brown Jr.    (via felicidadeadois)

“Por favor, espalhe amor, porque de dor e sofrimento, o mundo já está cheio.”
~ Desconhecido.   (via felicidadeadois)

“Você é a minha falta de juízo.”
~ Soulstripper.  (via felicidadeadois)

“O verdadeiro amor nasce em tempos difíceis.”
~ A culpa é das Estrelas.   (via felicidadeadois)